Lilypie Third Birthday tickers

Lilypie Third Birthday tickers

Lilypie Second Birthday tickers

Lilypie Second Birthday tickers
Mostrando postagens com marcador Marina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marina. Mostrar todas as postagens

Amor pra dar e vender

A Lia passou da fase de ciúmes da Marina. A fase, a bem da verdade, nunca foi uma faaaase. Ela sempre teve muito mais carinho com do que ciúmes da. Mas rolava um ciuminho básico, falava que a Mamani tinhaque sair do "có-o" pq "có-o I-ia", jogava uns brinquedos na Mamani e roubava as chupetas da Mamni pra ela mesma (isso ela ainda faz de vez em quando).

Mas agora ela tá muito fofa com a Marina. Se eu falo que a gente vai sair ela pergunta "Mamani?". Ela mostra todos os brinquedos e gracinhas pra Marina. Ela tá se mostrando uma irmã muito apaixonada!

Hoje, pela manhã, estávamos brincando no quarto da Lia, eu estava na cama com a Marina e a Lia pediu para subir na cama tb. Logo sentou num canto, colocou um coelhinho bordado pela bisa no colo e pediu "Mamani, Mamani" batendo no coelhinho, ou seja, pedindo para eu colocar a Marina em seu colo.

E foram minutos de puro amor e diversão. Lia fazia carinho, tentava puxar a Marina mais pra cima, apertava, abraçava. A Marina não reclamou hora nenhuma. Ela, por sua vez, sempre abre um sorrisão pra Lia, adora ver a irmãzona, segue ela com o olhar o tempo todo. Acho que elas se entendem, ou assim espero.


P.S.: Ainda bem que semana que vem tem São Paulo na agenda pq a Lia precisa de um corte de cabelo urgentemente!

Pescoço duro sim

Marina faz cada dia mais exercícios, tô que tô colocando a pobrecita para trabalhar. Ela faz exercícios para ficar sentada, para rolar e, principalmente, para endurecer o pescocinho. Em geral costuma ir bem, fica um tempão de bruços sem reclamar, mas têm dias de calvário que noto que ela está sofrendo.

Hoje parece ser um desses. Ela estava ótima, feliz, bem-humorada e resolvi colocá-la para se exercitar no sofá. Começamos bem, mas logo a donzela virou fera. E não se acalmou mais.

As fotos foram tiradas em um momento não-tão-ruim. E foram tiradas há 50 minutos. Desde então a boneca não relaxou mais, já dei água, peguei no colo e balancei por 10 minutos cantando pra ela, coloquei na cadeirinha, no carrinho, deitada de barriga p cima, sentada no meu colo. E nada, nada faz com que ela pare de reclamar e se contorcer.

A solução proposta pelo marido? "Dá  banho". Fácil. Fácil p ele que está a 40km de casa. E eu que não tinha planejado isso agora? Que estava crente que conseguiria ver um filme? Aparentemente não é tempo de calmaria nesse mundo infantil.

P.S.: Enquanto digito com uma só mão, dou água com ela no meu colo com a outra mão. E, pasmem, ela dormiu! Hihi

Visitinha relâmpago

A vovó Nina veio e foi embora num piscar de olhos. Isso não é justo. Eu fico dias e dias na casa dela, fui lá nos 8 meses que estou morando aqui sendo que, pelo menos, por 3 vezes as visitas foram de 10 dias ou mais. E ela vem, chega pro almoço de domingo e vai depois do almoço de terça? Só isso? Assim não vale!

A vinda dela, como sempre, foi deliciosa. Batemos muito papo, ela me ajudou muuuuuito com as meninas, proporcionou duas noites de sono ininterruptos com o marido e sem as pequenas, me ajudou a "limpar" um pouco a casa levando embora roupas para dar e me fez ver que a amo mais e mais a cada dia! Não tem mãe melhor no mundo! Não tem! Se eu for pras minhas filhas um milésimo do que ela foi/é pra mim estarei feliz!

Na visitinha relâmpago ela viu a Lia falando o nome dela "I-IÁ" e os nomes das primas "BI-IÁ" e "ÚUU". Viu também ela falando "deixôvê" pras fotos tiradas, "Ta-te-ta" pro amigo do Mickey (esse foi a vovó quem ensinou), "cabô" e várias frases. Ela já se faz entender perfeitamente. Juro, não é coisa de mãe coruja.

Ela viu tb a Marina rindo pra caramba com o pescocinho já bem durinho. Viu que ela segue com os olhos os acontecimentos, que ela já enxerga detalhes (como micro florzinhas numa blusa da vovó), que ela mama bastante e já dorme até mais de 7hs seguidas.

E, claro, tirou umas fotos com as minhas pequenas preciosidades! Amo tanto que dá vontade de inalá-las. Sério. Quero guardá-las dentro de mim pra sempre, quero que nada aconteça a elas, quero que elas sejam infinitamente felizes! Ai, ai...

(Na foto é engraçado ver os ciúmes que a Lia sentiu da vovó com a Marina, notem ela empurrando a vovó para não beijar a irmã!Ou será que só ela pode fazer carinho na Mamani?)

Dividindo tudo

A Lia anda tocando o terror! Tá uma pestinha muito gostosa e engraçada e eu me divirto com as coisas que ela apronta e tenta falar. Ela agora tá com mania de dividir tudo com a irmã ou, simplesmente, dar tudo para a Marina mesmo, sem egoísmo, com o coração aberto. Sei, sei.

A última dela foi dar pizza na boquinha da pequetita. Travessura detectada por um amigo nosso e um mal maior evitado a tempo. O pior é que a Lia tinha razão, Marininha lambia os beiços com o temperinho que ficou por lá quando foi tomada a sua minúscula fatia.

A Lia tem também o costume de dar (leia-se jogar) tudo para a irmã. Desde sapatos e brinquedos à uma inofensiva bola de soprar. E sempre entrega a irmã "Mamani, bó" (com a bola), ou "Mamani, neném" (com a boneca) e por aí vai, como se a pequetita tivesse se apossado de seus bens.

Hj chegando da escola é que me dei conta que a pobre "Mamani" estava coberta por uma enorme bexiga cor-de-rosa. E quando perguntei a Lia se ela havia jogado, ela prontamente respondeu que não com um sorriso malicioso no roso! Hahaha Não me contive e tirei algumas fotos daquele momento. Percebam a pose da Lia na cadeirinha, minha pequena ginasta, é só assim que gosta de andar em sua cadeirinha!



O melhor foi ouví-la falar "deixôver" depois d'eu tirar a foto apontando para o visor da câmera! A mamãe morreu de orgulho da pequena! (E mais tarde consegui que ela repetisse a frase mais 2 vezes para que o marido testemunhasse tb, assim tive certeza que não era ouvido de mãe coruja!)

Pediatra trouxe novidades

Hj fomos à pediatra e não foi das melhores experiências. Primeiro porque fomos atendidos com 1h35 de atraso e eu acho isso um desrespeito. Segundo porque o marido foi, já que atrasou ele conseguiu chegar a tempo, e conheceu a pediatra. O problema não foi ele ir, nem ele conhecê-la, foi ele constatar que a simpatia não é o forte da doutora.

Mas, ela é boa. Ela é muito boa. E é a melhor que a gente conheceu aqui na cidade. E eu confio plenamente no que ela fala. Tá, vai, quase plenamente, talvez pelo tempo de convivência eu confie mais no pediatra de São Paulo. Mas, para o que temos, ela está ótima.

A pequetita Marina não é tão pequetita assim. Comparando (novamente):
Marina - 61 cm - 6,800 kgs - 3 meses e 9 dias
Lia - 59 cm - 5,900 kgs - 3 meses e 2 dias
Lia - 61cm - 7,150 kgs - 4 meses e 9 dias

De resto está ótima, saudável, feliz e forte, além de estar durinha e falante. E a grande novidade é que vai começar nos suquinhos! Achei super legal, estou animada! Começa com a laranja lima e, depois de uma semana entra nas misturas, com mamão, com beterraba, com cenoura... Diferentemente da Lia que ficou só no leite até os seis meses, mesmo estando no leite artificial como a Marina.

Ah, na semana passada busquei, finalmente, o cd com as fotos do parto! Eu esperava mais da única empresa autorizada a fotografar no hospital daqui, mas tudo bem, ficaram legais tb.



Filhos, quanto mais melhor?

Eu ando pensando nisso, que quanto mais filho, mais gostoso deve ser. Eu sou cada dia mais doida e apaixonada pelas minhas meninas. E é verdade que o amor se multiplica, em vez de se dividir entre os filhos, como eu pensava. É verdade também que não existe filho favorito, amamos todos infinitamente. E, se é tão bom, por que parar em dois? Como diz a Chris, ter filho vicia. E eu tendo a concordar. Não tem nada mais legal que eu tenha feito ou vivido na vida, nada.

Eu sei que quero mais um, o problema será convencer o marido. Originalmente ele até estava topando, mas foi só chegar a segundinha e ele acordar toda madrugada que ele desistiu da idéia. Hehe Meus planos agorão são de esperar as meninas estarem maiores (a mais nova com uns 2 anos) para colocar a idéia de outro baby na mesa de novo, até lá ele terá esquecido como é acordar de madrugada.

Mas hei de concordar com marido que o maior problema são os custos. Não hoje, que dá pra pagar escola, fraldas e leite. Não até que estejam na adolescência, juventude. Imagine pagar 3 intercâmbios? E depois pagar 3 faculdades? Já pensou se cada filho vai fazer faculdade numa cidade? Pagar cursos, casas, comidas, carros? Mas pra tudo dá-se um jeito, né? Acho mais legal ter uma grande família e ter tudo do bom do que ter família pequena e ter tudo do melhor. Será?

Só tenho uma dúvida, que aí é contrária a da Erica, é melhor ter um menino ou outra menina? No fim tanto faz, desde que tenha saúde, claro. Mas marido é doido pra ter um rapazinho. E eu, de verdade, amo de paixão ser mãe de meninA! Então fica a dúvida no ar. Ainda bem que ainda temos uns 20 meses para decidir, né?

Abaixo mais uma amostra das minhas bonecas e o porquê de ser tão bom ter filhos! (Tenho colocado mais fotos para que meus pais, que estão longe, possam acompanhar e matar as saudades. Perdoe-me quem não está com paciência de vê-las! Se bem que se não tá com paciência não deve nem entrar neste blog, né? Hahaha)

Quarto de menina

Eu tenho duas meninas e cada uma tem o seu quarto.

O quarto da Lia é uma versão diferente do quarto dela de São Paulo, mas usando o mesmo tema. E é um quarto bem gostoso, alegre, divertido. No quarto dela há bichinhos na parede e ela interage com eles, são adesivos que mandei fazer seguindo a temática da faixa e dos adereços (nichos e porta-trecos) - detalhe: eu que fiz os adereços e coloquei a faixa, retalho por retalho. No quarto dela tem um espelho na altura dela, com um puff na frente para ela se sentar e se deliciar fazendo caras e bocas. No quarto dela tem um milhão de brinquedos. Mas o meu item favorito é a mini-cama. Ela usa desde que tem 14 meses e é um barato, ela sobe e desce sozinha.

Tentei fazer um quarto despojado, com baldes de brinquedos, com um armário de bonecas (o que fica sob a tv só tem bonecas dentro). E acabei colocando a tv num momento de rebeldia contra o Patati Patatá, já que eu não aguentava mais assisti-los na sala. Que fique claro que aquela não é a tv ideal, nem a que eu sonhava em colocar lá, mas era a que eu já tinha em casa e, no momento, é com ela que a Lia tem que se satisfazer. E ela tem ficado cada vez mais tempo brincando no quarto dela, o que eu acho super legal. (Só falta a mamãe criar vergonha na cara e pendurar a cortina)



Já o quarto da Marina é doce, tranquilo e tradicional. Foi pintado por mim e marido. Eu fiz os adereços, pendurei prateleira, nichos e cortina. E é tudo o que eu sonhei pra mim, sendo da minha cor favorita e tendo borboleta na parede. Por enquanto é um quarto de bebê, com um balde de brinquedos de bebê, um lixo de fraldas de bebê, móbiles e bichinhos coabitando o berço. E é um quarto lindo.



Mas a Marina ainda não dormiu uma única noite lá, falta-nos coragem. Eu havia planejado colocá-la lá quando completasse 3 meses, mas tenho que conversar com o marido antes de despachá-la, afinal ele tb levanta à noite para amamentá-la. Quem sabe fazemos essa transição no final de semana? Assim teremos mais disposição de acordar mais vezes, caso seja necessário. Ou ainda esperar ela começar a dormir a noite toda? Hahaha Se for no mesmo caminho que a Lia nós teremos companhia no quarto por muitos e muitos meses ainda.

Segunda filha

Não sei se com todas as mães é/foi assim, nem sei se é uma coisa boa ou ruim. Fato é que criar o segundo filho nunca é igual ao primeiro. Eu sempre defendi esta teoria, mesmo quando ainda não era mãe nem de uma.

Acredito que não criamos nem gêmeos da mesma maneira. Um será um pouco mais chorão que o outro e a atenção será diferente, ou a mãe terá mais paciência com o chorão imaginando que ele é mais carente ou terá menos paciência porque não suporta criança chorando. Ou um será mais guloso que o outro e o tempo passado juntos será diferente, a mãe terá que ficar com o comilão por mais tempo nos braços. E por aí vai.

Imaginem filhos de idades diferentes, uma época a família terá mais dinheiro e poderá desfrutar de um tipo diferente de passeio, ou o casamento estará numa fase melhor ou pior, ou o tempo que os pais passam em casa por trabalhar mais ou menos não é o mesmo, etc. Eu sempre achei que a criação era diferente.

Mas eu nunca tinha imaginado que seria TÃO diferente.

Vejamos o meu caso. Estou em casa full time com as duas. Não trabalho desde que engravidei da Lia e o tempo passado com elas é, relativamente, o mesmo. Acontece que, como diz o meu obstetra de São Paulo, o problema do segundo filho é o primeiro filho. E é.

A pobrezinha da Marina não ganha a mesma atenção que a Lia ganhou porque agora a atenção é dividida. E não é nem dividida igualmente já que, como a Marina não reclama, eu fico mais tempo brincando com a Lia, que reclama. A Marina ganha atenção pra mamar, trocar a fralda, tomar banho e balançar na cadeirinha. E eu tenho logo que voltar meus olhos e ouvidos para a mais velha.

Com a Lia eu tinha o maior prazer em escolher as roupinhas e colocá-las uma a uma, nunca repetindo em dias próximos ou para as mesmas pessoas verem. Com a Marina eu tb adoro escolher, mas é tudo mais rápido, mais corrido, é dar banho, vestir e pronto. Não tem aquela curtição.

E eu me sinto tãaaaao mal com isso. Tento curtir a minha pequenininha de todas as maneiras. Adoro ficar balbuciando com ela, andar com ela pela casa, ficar horas olhando pra ela na cama. Mas gostaria de poder fazer mais. Alguém tem alguma dica?

Agora há pouco, aproveitando que a Didi estava brincando com a mais velha eu fiquei brincando de fotografar a pequetitinha. Isso eu não quero fazer tão diferente. A Lia foi ultra clicada e tenho tentado manter um ritmo acelerado da câmera com a Marina tb. Não quero traumatizar a bebezuca quando ela ficar mais velha e der de cara com cds e mais cds de fotos da irmã. Isso não.

Bagunça saudável

Estou sentada na mesa da sala olhando a baguncinha que é a minha casa. Não é uma casa digna de "Extreme makeover" nem de nenhum outro programa de decoração, mas não é a casa organizada que um dia eu sonhei pra mim. E quando foi que deixou de ser organizada?

Fazendo um retrospecto a casa nunca foi um brinco, daquelas casas de revista. Ela era bem mais arrumadinha, mas sempre teve cara de que era habitada, tinha vida, e eu gostava do jeito que era. Mas depois da mudança para Bauru a casa ficou meio que do avesso.

Aqui temos dois terços do espaço que tínhamos em São Paulo. Doamos bastante coisa e, ainda assim, não cabe tudo. A Lia tem cada vez mais coisa. E agora a Marina chegou para acrescentar seus trecos tb. Ou seja, menor espaço com mais gente e mais objetos, assim é quase impossível deixar em ordem.

Mas mais do que isso é o fato de que assim eu fico mais confortável . Como pode? Eu deixo de lado neuroses naturais de uma mulher recém-casada e com tudo novinho e passo a atuar como mãe de uma menininha levada (de uma só porque ainda vai demorar um tempo pra Marina fazer as artes que a Lia apronta).

Meu sofá está bastante riscado, por mais bronca, castigo ou berro que eu dê. Ele tem riscas de giz de cera e de canetinha. Depois da primeira vez eu desencanei. Claro que continuei brigando para que riscar o sofá não se tornasse uma atividade cotidiana, mas de vez em quando acontece. Assim como acontece de pingar suco de uva da mamadeira. Algumas paredes da casa também têm riscos de giz de cera e eu não consigo apagar. Mas, de certa forma, acho até graça.

A solução que encontrei foi evitar um estrago maior, mas não surtar a cada pequena avaria. Já aceitei que um dia terei que trocar a forração dos sofás, que as paredes deverão ganhar nova pintura. Já aceitei que casa arrumadinha mesmo só depois que as meninas estiverem um pouco maior. E estou tranquila assim. E que meus convidados também não se incomodem com a baguncinha. É saudável. De verdade.

Coisinhas

Hoje completarão duas semanas que a Lia dorme sozinha no quarto dela. E é uma noite de teste já que pela manhã ela viu o marido desmontando a falsa mamãe. Será que ela ainda acreditará na companhia noturna dela? Torçamos para que ela não se toque e não venha para nossa cama.

Ela tem acordado super cedo, não sei o porquê. Ela sempre foi dorminhoca! Mas, tenho que concordar com o marido, só dela estar dormindo na cama dela já é um enorme progresso! Se bem que eu ainda tenho esperanças de ter tudo ao mesmo tempo agora, ela dormindo muito, na caminha dela e, mesmo que acorde antes, fique por lá brincando até que a mamãe acorde.
________________________________________________________

Amanhã a pequena Marina completará 3 meses. E como o tempo voou. Acho que nunca, até hoje, eu tinha percebido a passagem do tempo desta forma. E dizem que quanto mais o tempo passa, mais rápido ele passa. Socorro. Se for assim logo estarei comemorando a passagem das meninas no vestibular de Medicina. Hahaha



Isso da Medicina é assunto para um longo post, mas adianto que sim, eu já fiz planos para elas e admito que meu sonho é ter um médico na família - assim poderei fazer consultas gratuitas diariamente, o que eu adoraria. Falando sério, não falta emprego para médico e, sendo um profissional reconhecido, o dinheiro que se ganha é absurdo. Sem falar da sensação de todos os dias ajudar as pessoas.

Talvez EU devesse ter pensado em fazer Medicina, né? Hahaha Eu ainda penso em um dia, quem sabe, fazer Enfermagem. Mas minhas dpuvidas prodissionais tb cabem num outro dia aqui.
________________________________________________________

Nosso fds foi agitadíssimo, no sábado fomos a um agradabilíssimo churrasco com amigos e a família Cabrini toda. A Lia se esbaldou, brincou com as primas na areia e colocou os pés na piscina. Ela queria colocar o corpo inteiro, queria "naná" (nadar) de qualquer jeito, mas desta vez a mamãe não cedeu. A Marina tb aproveitou, ganhou muitos colinhos e carinhos. E a mamãe descansou e conversou bastante.


A Lia tá com uma super mania de NANÁ. Ela vê uma piscina é quer entrar de qualquer forma. E ai de nós quando negamos este prazer a ela, o berreiro é certo. Hoje ela estava brincando no quarto dela e veio até mim com uma fralda de piscina falando "naná Mamãe, naná". Linda!

Com isso agendei uma segunda aula experimental de natação. A primeira foi na quinta e foi um sucesso! Ela amou de paixão! No começo ficou brincando de agarradinho comigo, mas aos poucos se soltou e até chorou para sair da piscina, não queria de jeito nenhum! Eu até gostei, mas achei a água morninha em vez de quente e achei o banheiro muito pequeno e confuso depois da aula - são umas 40 crianças, de todos os níveis, tomando banho ao mesmo tempo, onde existem só uns 6 chuveiros. Vamos ver na academia de quarta.
________________________________________________________

No sábado à noite recebemos amigos muito queridos em casa. Haline chiquérrima e Clau com uma barriga linda! Eu adoro receber as pessoas em casa, adoro. Ainda mais quando ficam todos até tarde batendo papo em volta da mesa. Esse negócio de ficar em volta da mesa é um perigo, come-se muito mais do que se deve. E eu sou daquelas que ficam beliscando, beliscando = engordando, engordando...



Inclusive hoje vi no "Bem estar" uma reportagem sobre compulsão alimentar, em especial por doces. E me vi com todos os sintomas. O problema é encontrar a cura. Falaram também sobre o efeito sanfona. E lá estava eu novamente. Pelo jeito eu tenho que parar de ver este programa, né não? Hahaha
________________________________________________________

Brincadeiras à parte hoje compramos um Air Climber na Polishop. Eu sou fanática pela Polishop. Já aviser que, quando eu ganhar na Mega, irei comprar TODOS os produtos deles, mesmo os mais inúteis. Uma outra ação a ser tomada é, quando eu tiver um negócio de muito sucesso, contratar o marketing da Polishop pq os anúncios deles são absurdamente sedutores!

E amanhã começaremos a usar nosso novo brinquedinho. Vem com um kit de dvds de exercícios do aparelho, inclusive das aulas dadas na Runner.  Depois eu conto o resultado. Ou melhor, quem sabe depois eu mostro o resultado com o meu corpo escultural como os das moças da propaganda do aparelitcho?

Detalhe: antes de pararmos na Polishop fomos lanchar no Burger King, ideal para quem quer perder peso!

Socorro

Há cinco dias minha pequena chora. E chora. E chora. Ela só não chora quando está no colo ou quando está com a boca ocupada. No restante do tempo, ela chora. Felizmente (sempre tem um lado bom) é só durante o dia. A noite continua pacífica, com uma acordada para mamar e só.

Hoje resolvi ligar para a pediatra. Não quero ir lá e espero que consigamos resolver pelo telefone. O problema é que ela só retorna as ligações no fim do expediente, ou seja, por volta das 20hs.

Um outra coisa. Ela baba. E baba muito. Como nunca vi bebê nenhum babar. Juro. Claro que babar quando os dentes estão rompendo é normal. Mas babar com menos de 3 meses na quantidade que ela baba não pode ser normal. Ela baba e suas roupas ficam ensopadas. Ela baba e, se está só de fraldinha, suas costas, seu colchãozinho ou onde ela estiver apoiada ficam ensopados. Sem brincadeira.

Então, Dr. Google me disse que pode mesmo ser o refluxo. E eu estou muito inclinada em acreditar pq ela sofre, chora e não dorme durante o dia. E ela baba. Todos são sintomas.

Eu só quero um remédio para ela ficar bem. Para ela dormir. Para ela relaxar. Estou ficando louca, não pelo choro, que eu aprendi a não me incomodar, mas por ela, ela faz uma carinha de sofrimento de partir o coração. E bebê nenhum merece esse sofrimento todo.

(Enquanto eu escrevia este post tive que parar 3 vezes para andar pela casa inteira com ela no colo e o choro não parou - resolvi dar um banho. Ela ficou no colo da Ediane enquanto eu arrumava a banheira - o balanço da "Didi" levou a pequenina ao braços de Morfeu. Agora está a "Didi" andando pela casa com ela, já que é só encostá-la no berço/bebê conforto/cadeirinha para ativar o modo choro novamente.)

Pediatra

Esses dias vi uma reportagem sobre a falta de pediatras no Brasil. Eu não sabia que a crise era tamanha, mas já havia suspeitado da diminuta quantidade de médicos desta especialidade pela dificuldade que encontro sempre que preciso mudar de pediatra das meninas.

Não que eu tenha mudado muito, mas já visitei alguns. Tenho um pediatra de confiança em São Paulo. Ótimo, certeiro, tranquilo, me dá segurança. Mas é particular e já gastei fortunas com ele, por isso procurei uns do convênio enquanto morava lá. E foi uma busca complicada. Fui a um q sequer pesou ou mediu a Lia, ficou com a gente por 5 minutos. Mas achei um que era legal tb. O problema é que, como médico de convênio, a consulta é mais rápida, menos bate papo. Mas dava certo.

Mudei pra Bauru e tb tive alguns percalços. Na primeira vez q a Lia ficou doente eu não tinha nenhum pediatra aqui, e levei numa que, como é médica de UTI, deve ter achado que a tosse da Lia era besteira e deu um xaropinho fraco (que depois descobri que o médico de confiança de São Paulo só indica para  filhos de mães neuróticas, para fingir que está medicando, já que o remédio não faz efeito - será que a médica daqui me achou neurótica?). Tanto não funcionou que ela piorou. Precisei levá-la às pressas à outra cidade para um pediatra do trabalho do marido. Continuou piorando. Aí fomos para uma cidade ainda mais longe para o pediatra q atende meus sobrinhos.

Nesse meio tempo levamos ao hospital, na emergência, e internaram-na com pneumonia. Foi uma internação caótica. Furaram 9 (NOVE) vezes a Lia e não conseguiram pegar veia nenhuma. Ela então ficou sem remédio intravenoso. Internaram-na e só demos gatorade. Só. E ela foi liberada no dia seguinte sem uma segunda visita da pediatra.

E eu continuava sem pediatra até que precisei levá-la ao hospital por outra doencinha e fui atendida por um japinha super do bem. Adorei. Tranquilo, firme. Decidi que queria que ele participasse do parto da Marina e fosse pediatra das duas. E assim foi. Ele foi excelente no parto. Calmo, seguro. E essa foi a última vez que o vi. Ele nunca tem horário e ele jamais retornou qualquer ligação que fizemos a ele.

Agora vamos a uma pediatra "porreta". É famosa por não ser um doce de pessoa, mas é muito muito boa. Estou adorando, ela fala o que tem que ser dito, não tem embromação, é segura, firme e carinhosa com as meninas. Comigo? Até que ela é melhor do que eu esperava! Na quinta teremos outra consulta, espero que continuemos felizes com a escolha!

P.S.: Até lá já deixei um recadinho pra ela me retornar pq a Marina está com uma tosse de cachorro.

Aprontando

A Lia está numa fase deliciosa, de descobertas, gracinhas e imaginação. Ela se passa por neném quando senta no bebê conforto da Marina, quando se enrola na mantinha da irmãzinha ou quando chupa a chupeta da pequenina. Ela se passa por bailarina, por pinguim, por amiga do Patati Patatá. Ela faz cara de brava, mostra os dentes, sorri, faz de tudo um pouco. E eu babo. Babo até não poder mais.

Ela gosta muito de cuidar da irmãzinha. Hoje, por exemplo, estávamos deitadas na minha cama, vi que ela estava acordando e fingi ainda estar dormindo. A Marina estava no bercinho ao lado choramingando por conta de cólicas do nariz entupido, ela soltava pum e fungava. De repente a Lia me cutuca e fala "Mamãe, neném! Mamãe, neném!". Abri os olhos e perguntei "por que a neném estaá chorando?" e ela "Cocô, cocô"! Hahaha

No sábado foi a vez dela alimentar a irmãzinha. Ela ganhou um brigadeiro de colher e estava se aventurando no pote, mais brincando do que comendo já que ela não é muito fã de chocolate. De repente ela chegou perto do carrinho onde a Marina estava dormindo e, em questão de milésimos de segundos, enfiou a colher na direção da boca da pequena! Nós só pudemos rir e correr para limpar a Marina antes que passasse o brigadeiro pra mão e depois pra boca (chegou à mão antes do pano chegar!).

Então, cada dia é uma descoberta, uma alegria, uma arte aprendida. Ela adora pular sobre os sofás ou sobre a cama. Ela adora enifar-se sob as cadeiras da sala ou da cozinha. Ela adora jogar água pra todo lado quando encontra uma torneira, um chuveiro, um balde a seu alcance. E, de verdade, eu até tento chamar a atenção (e várias vezes surte efeito), mas que eu dou boas risadas escondida dela, isso eu dou!

Abaixo a Lia bancando a neném da casa, dividindo o brigadeiro com a irmã e se aventurando no sofá!



Planos

Algumas pessoas já sabem dos meus planos de curto/médio prazo, mas não sei se todas. Meus planos incluem abrir uma loja lá para agosto. Uma loja de artigos infantis. Uma loja que tem sido sonhada, planejada e desejada. Como uma terceira filha. E eu não páro de pensar nela.

Já passei noites em claro, perdi o retorno no trânsito e o capítulo da novela pensando nela. Já sentei por horas a fio na frente deste computador dando forma ao meu sonho. Já documentei em Word, Excel, Photoshop o que eu pretendo fazer dela/com ela. E já dei alguns passos para tornar realidade.

Um desginer querido fez a logomarca e, diga-se de passagem, ficou maravilhosa! E hoje fui ver o projeto dos móveis. Lindos. E com isso os planos se tornam mais próximos de serem concretizados. Hoje também chegaram os papéis da imobiliária de onde alugaremos o ponto (já escolhido e adorado). E assim vai dando friozinho na barriga.

Na próxima semana estarei em São Paulo curtindo colinho da família e correndo atrás de novidades para a loja. Visitarei confecções, conhecerei outras lojas, farei uma pesquisa de mercado. Tudo isso vai dando forma ao meu projeto de vida.

É, é um projeto de vida, um projeto que, como a maioria, exige sacrifícios. E estamos prontos para enfrentá-los. Serão sacrifícios financeiros e, principalmente, de tempo. O precioso tempo que passo com minhas filhas será reduzido. E bota reduzido nisso. A Lia deve passar para período integral na escola e a Marina vai ficar comigo na loja e/ou em casa com a "Didi". Restar-me-á  aproveitar todo o tempo com elas com qualidade.

É um projeto de vida. Se vai durar boa parte da minha vida, eu não sei, espero que sim. A não ser que eu ganhe 70 milhões na Mega (e não foi desta vez pq já vi os números sorteados e não são os meus), aí largo tudo. Mas, como as chances da Mega são ínfimas, agarro-me à possibilidade de ter sucesso na loja. (Meu marido tb se agarra na possibilidade da loja dar super certo e ele poder largar o emprego dele! Hahaha)

-- Resolvi falar disso hoje porque estamos chegando na Páscoa, que ilustra o renascimento. E é o meu renascer profissional. O renascer de um sonho. O renascer da Flávia que sai de casa, trabalha, é economicamente útil, socializa. Não vejo a hora desse renascimento acontecer.--

Comprar e comprar e comprar

Há anos não sou uma pessoa consumista. Mais especificamente há 58 meses, desde que passei a morar com meu maridão. E não porque ele tenha costume de me podar, ou porque passamos a investir "todo" o nosso dinheiro, mas sim por mudança de hábito. Radical.

A mudança começou pq fomos morar juntos quando largamos os nossos empregos. Resolvemos tentar o projeto de tocar uma loja de móveis e, consequentemente, a renda se tornou uma. E não era assim uma reeeeenda, era uma rendinha. E o dinheiro, dos dois, foi direcionado para desejos e necessidades dos dois: manter a casa e fazer viagens. E assim continuou mesmo quando vimos que a loja não era a nossa praia e voltamos a ter empregos fixos. O dinheiro ia para casa e para as viagens. Aí veio a compra de um apartamento maior, a gravidez e nascimento da primeira cria, a mudança para Bauru, a gravidez e nascimento da segunda cria, etc, etc, etc. Sem falar nas trocas ocasionais de carros (talvez essa seja uma mania do maridão). Então, nada de consumismo.

Felizmente temos mães que são MUITO consumistas. A dele consome tudo para todos, a minha consome para os outros. E assim as nossas filhas têm guarda-roupas de dar inveja a muito adulto (a mim dá). Eu raramente preciso comprar uma peça de roupa para elas. E ai de mim se pensar em pedir para que elas dêem menos, elas me "desobedecem" e compram só umas coisinhas que elas viram e não podiam deixar de comprar!

E não tenho saudades dos tempos de compras. As poucas vezes em que saí em busca de alguma peça pra mim, rodei por várias lojas até achar alguma coisa que me agradasse. Cheguei ao ponto de ir ao outlet de Campinas (para quem não conhece, vale a pena, só marcas boas por preços honestos) e comprar uma mísera blusinha! Onde já se viu ir a um outlet e comprar só uma pecinha? Mas não, nada me apetece. E eu sigo não-consumista.

Portanto, a foto abaixo não é tão realista quanto seria em outras famílias. É verdade que as poucas coisas que eu compro são para as meninas, mas longe de "quebrar" o papai. No máximo, faz um arranhãozinho na conta bancária! (Comprei o body na gravidez da Lia e imaginei q teria muito mais gastos do q tenho - a não ser com Nan, leite integral e papinhas Nestlé, esses sim leval um dinheirão todo mês)


O que elas serão quando crescerem?

Essa dúvida já me consome, por incrível que pareça. Eu não faço idéia do que as minhas pequenas serão, mas morro de curiosidade. Adoraria dar um pulinho no futuro, ficar "de butuca" por cinco minutinhos num jantar nosso daqui a 30 anos, eu, maridão, minhas filhas, seus maridos e, será que já?, seus filhos. Queria vê-las e ter a certeza de que serão felizes, realizadas, amadas. Queria ter a certeza de que mesmo com os erros que cometerei na educação delas (e os q já cometi, provavelmente) elas serão íntegras, leais, honestas e apaixonadas pela vida. Como saber agora o que o futuro reserva a elas?

Obviamente não dá. Mas dá pra tentar fazer o melhor para dar todas as ferramentas a elas. Ferramentas para que se encontrem e encontrem, pelo caminho, quem as ame, quem elas amem. O importante, no fundo no fundo, é que elas sejam felizes e tenham saúde. O resto é adorno. Ter dinheiro, ter sucesso, viajar bastante, comer nos melhores restaurantes... Isso tudo é uma delícia, mas não é essencial. O essencial é mesmo invisível aos olhos - depois a experiência da maternidade não posso concordar mais com Saint-Exupéry.

Mas, chega de filosofar... Hoje quero mostrar o que elas são agora, no presente. E elas são duas bonecas que eu posso enfeitar, brincar e sonhar. Elas são as dançarinas do meu coração, não deixam a música parar nunca. E, como boa mãe de meninAS, transformei-as em minhas bailarinas (com a ajuda da vovó Nina nas fantasias). A Lia já arrisca vários passos e, assim que tiver idade, estará na "baby class" do balé! Já a Marina não faz idéia da falta de juízo da mãe, coitada!





Esperem a próxima fornada de fantasias que, certamente, virá! Só pra dar uma idéia, a Lia tem 5 fantasias!

Aproveitando pra falar de casa (já que o título do blog é esse, né?), hoje fiz a enésima planta do que eu quero na casa que iremos construir e, claro, inventei um quarto de brinquedo das meninas com entradas secretas dos quartos delas para lá! E, já decorando o quarto de brinquedos na minha cabecinha, tem um cantinho da fantasia, com uma arara cheeeeia de fantasias e um espelho bem grandão! Hahaha

Dando início

Criei esse blog há uns 5 meses, mas não consegui/quis postar em nenhum momento. Sempre aparecia alguma coisa mais necessária/interessante para fazer e o blog ficava para escanteio. Por-tan-to, não se espantem se eu ficar alguns dias sem postar, mas contem com a minha força de vontade renovada para não deixar passar muito tempo sem colocar uma novidade por aqui.

Cá estou, em Bauru, com 2 filhotas crescendo e me divertindo (leia-se: me deixando louca). Viemos para cá em outubro último e desde então tenho tentado deixar a minha casa em ordem, fazendo com que a super empregada faça seu melhor trabalho e tenha a minha ajuda o quanto possível. Com uma acordando durante a noite e outra me consumindo durante o dia não sobra muito tempo pra casa, mas esse assunto é pra outro dia.

Minha intenção aqui é falar, basicamente, das minhas amadas, e tão desejadas, filhas. Tenho a Lia, que tem um ano e sete meses, é super ativa, simpática, linda, loira e gulosa. Tenho também a Marina, com 43 dias, descobrindo o mundo ao redor, ficando careca, linda e não menos gulosa. (Confesso que não sei de onde essas meninas tiraram essa gula toda! Rs) Cá estão as minhas preciosidades, que todos que acessam esse blog já devem conhecer!


Como não quero inundar o FB com fotos como tenho feito, pensei em abrir esse canal para poder colocar tantas quantas me der na telha, sem que o mundo todo receba notificações na sua página de relacionamento, nem fique acompanhando a minha vida tão de perto. Sendo assim, só algumas pessoas passarão por aqui e, no fim serão só as que importam.

Dito isso, começo hoje a minha sessão de colagens, tagarelices e afins. É mais um desabafo fotográfico meu que qualquer outra coisa.